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05/12/2018 - 16h43min

Dresch: Fim do Ministério do Trabalho satisfaz financiadores de Bolsonaro

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O deputado estadual, Dirceu Dresch registrou hoje (02), com pesar, a morte aos 88 anos do Ministério do Trabalho, justamente num momento em que 27 milhões de pessoas estão desempregadas ou subocupadas no Brasil. “É irônico que o maior problema do Brasil hoje seja o desemprego e o governo eleito queira aniquilar o ministério responsável pela política de geração de emprego e renda.

Criado por Getúlio Vargas deixa de existir como órgão autônomo e independente para defender o trabalhador brasileiro, como está previsto na Constituição. “Querem satisfazer o desejo perverso de  quem financiou a campanha eleitoral do presidente eleito. Esse pessoal que tentou colocar cabresto nos funcionários obrigando-os a votarem conforme seus interesses. Grandes latifundiários que estão na lista do trabalho escravo”, elencou.

Para Dresch, a extinção do ministério é pura retaliação. “Fica evidente que estão usando de uma situação, de um discurso fajuto para aniquilar o ministério por motivos ideológicos.” Para ele, o órgão precisa ser preservado e melhorado para garantir os direitos e políticas de geração de emprego e renda. “Ser peça chave para o desenvolvimento com inclusão social do Brasil, com fez o presidente Lula.” Dresch acrescenta que o Brasil tem compromisso internacional com a fiscalização do trabalho e que a medida terá impacto no comércio exterior com países e empresas que exigem mecanismos de proteção social e da economia solidária.

Para o deputado, no processo de esquartejamento do Ministério do Trabalho o presidente eleito quer repassar a área responsável pela emissão de registros sindicais para o Ministério da Justiça. “Vai subordinar atividades sindicais à jurisdição policial. É mais um passo na criminalização dos movimentos sociais e na liberdade de organização dos trabalhadores”, lamentou.

Outro absurdo citado por Dresch é que os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), dinheiro do trabalhador para ações de fomento ao emprego, que hoje soma mais de R$ 1 trilhão, irão parar na mão do Ministério da Economia. “Vão meter a mão no dinheiro do trabalhador para dar ao mercado financeiro, para os banqueiros e especuladores”, denunciou.

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