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29/08/2017 - 17h52min

Coruja diz que Colombo não faz o básico: cuidar da saúde

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Deputado Fernando Coruja

O deputado Fernando Coruja (PMDB) se manifestou hoje na Assembleia sobre a situação da saúde pública em Santa Catarina, atribuindo não só à crise financeira e queda da arrecadação a fragilidade do atendimento à população, mas  também ao fato de que o governo não vem repassando o percentual de 13% do orçamento estadual para a Saúde, "conforme previsto na Constituição e no orçamento do Estado". 

Chamando a atenção para o fato de que os problemas da saúde estão se agravando e estão diariamente estampados na mídia, Coruja lembrou que cerca de 1,5 mil pacientes ostomizados aguardam por bolsas coletoras; que o Hospital Infantil de Florianópolis suspendeu as cirurgias eletivas por falta de materiais e que o Cepon anunciou a redução nos horários de atendimento do ambulatório. Para Coruja "é quase um caos, como já foi publicado".

O parlamentar trouxe a questão para a vida prática da maioria das pessoas dizendo que "quando o dinheiro está curto, um pai de família responsável não usa o pouco que tem para pintar a casa por fora ou fazer reforma, se o filho está doente - usa o dinheiro pra socorrer o filho". Para Coruja, o governo de Santa Catarina não faz o básico. "Imagine faltar bolsa para ostomizados e cancelar cirurgias no hospital Infantil?  Passa pela cabeça de alguém ver o filho morrer por falta de uma cirurgia, se no hospital tem médico para operar, se na farmácia tem remédio que ajuda a controlar a doença?".

A decisão a ser tomada esta semana pelo procurador geral de Justiça, sobre a proposta de instauração de inquérito civil público contra o governador do Estado e o secretário da Saúde pela situação dramática de vários hospitais públicos e unidades de saúde, foi lembrada por Coruja, em seu pronunciamento. A sugestão do procurador Gercino Gomes Neto, aprovada por unanimidade pelo Conselho Superior do Ministério Público, alega que milhares de catarinenses estão sendo prejudicados com as dívidas da secretaria da Saúde, que totalizam hoje mais de R$ 800 milhões.

 




 

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