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05/02/2015 - 15h37min

Coruja elege como desafio mobilizar assembleias para mudar a Constituição

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Fernando Coruja presta juramento para seu primeiro mandato na Assembleia Legislativa. FOTO: Carlos Kilian/Agência AL

Segundo suplente na Coligação PSD, PMDB, PRB e DEM, Fernando Coruja (PMDB) tomou posse nesta semana na Assembleia Legislativa, no lugar da deputada Ada Faraco de Luca, que se licenciou para assumir a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania. Na eleição de outubro passado, ele somou 31.797, a maior parte deles obtidos na região de Lages.

Homem público experiente, essa é a primeira que Carlos Fernando Coruja Agustini ocupa uma cadeira no Parlamento estadual. Nascido em Lages, em 4 de dezembro de 1954, é formado em medicina e direito, já foi vereador (1989-1992) e prefeito de Lages (1993-1996) e deputado federal por três vezes. Ocupou, ainda, a secretaria de Estado da Saúde nos dois primeiros anos do governo Luiz Henrique da Silveira.

Na passagem pela Assembleia, Coruja elege como maior desafio mobilizar as demais assembleias para promover mudanças na Constituição Federal, para rever o pacto federativo e aumentar o poder de legislar dos municípios e estados.

“Hoje, a nossa federação e fraca e frágil e as assembleias e câmaras municipais tem pouca liberdade para fazer leis no país”, comenta Coruja. “No artigo 60, a Constituição Federal estabelece que 1/3 das assembleias legislativas podem propor modificações nesse sentido. Pretendo trabalhar nisso, pois entendo que há uma vontade da sociedade por mudanças, para dar mais força aos estados e municípios”.

Eleito por Lages, Coruja pretende trabalhar não apenas por sua região, mas atuar, também em questões estaduais. “Em Santa Catarina, o voto é muito regionalizado. Tem um compromisso regional, que passa por atendimento a demandas por obras e serviços públicos. Mas também tem o compromisso de discutir questões estaduais de forma ampla, que envolvem o funcionalismo, a saúde, a educação”, afirma o deputado. “Você tem que fazer um mandato, como diriam os serranos, ‘com um olho no boi e outro na taipa’”.

Marcelo Espinoza
Agência AL

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