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16/06/2015 - 17h41min

Encontro debate a participação dos jovens no mundo do trabalho

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FOTO: Miriam Zomer/Agência AL

Assegurar o acesso dos jovens à educação, à qualificação social, profissional e a cidadania é a proposta do projeto “Rede Juventudes e o Mundo do Trabalho” revalidado na tarde desta terça-feira (16), na Assembleia Legislativa. De iniciativa do governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação (SST) em parceria com o Projeto Fortalezas (CCEA) e o Programa Antonieta de Barros (PAB), reuniu representantes da juventude, entidades públicas e privadas, conselhos representativos, ONGs e membros da sociedade civil. 
À frente dos trabalhos, a secretária de Assistência Social e Trabalho, Angela Albino, explica que a motivação do projeto se deu pelo fato do estado ter 741 mil jovens entre 15 e 24 anos, representando 16% da população. Segundo a secretária, políticas públicas para a juventude devem ser adaptadas às transformações sociais dos novos tempos, uma vez que 18% desses jovens estão desempregados. "Queremos propor que se gere oportunidades através do trabalho, uma inclusão com renda. Para isso precisamos de políticas voltadas para esse público permitindo que, enquanto cidadãos, os jovens construam seu próprio projeto de vida, além de sensibilizar os empregadores para que o jovem tenha acesso ao mercado de trabalho", pontuou. 
Presente no encontro, a diretora da Secretaria Assistência Social e Trabalho, Ivone Maria Perassa, frisou que o maior problema está especialmente com os jovens que estão finalizando estágios. "Durante o estágio o jovem tem uma renda e a possibilidade de estudar, após o término do estágio o jovem se vê sozinho à procura de uma oportunidade dificilmente encontrada, e em muitas vezes quando este jovem encontra o emprego ele se vê obrigado a trancar a escola", relata. De acordo com ela, o movimento visa organizar uma rede para que se consiga debater mais essa realidade, uma vez que 60% da juventude que finaliza o estágio abandona a escola para buscar trabalho. 
Já a coordenadora do Programa Fortalezas, Alejandra Solla, destacou que o foco do programa é mobilizar os jovens dos seus direitos, como o de ter um trabalho digno. "Para isso trabalhamos fortalecendo as organizações e a sociedade civil para que possam ver o cenário com mais seriedade. Nossa intenção é contribuir para que os jovens, como autores de hoje, possam contribuir e propor políticas públicas que os inclua", mencionou.   
Na ocasião, a coordenadora do Centro Cultural Escrava Anastácia, Camila Mattos, falou sobre as ações da Rede Juventudes. Segundo ela, com a integração de várias organizações é realizado um trabalho na busca de melhorias e qualidade pra juventude. "Atualmente temos o rito de passagem, quando o jovem fica se preparando para uma vaga de emprego, e quando a vaga surge ele passa para a etapa do aprendiz. Uma vaga de emprego abre uma porta para que ele não entre no caminho das drogas", informou.

Tatiani Magalhães
Agência AL

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