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27/02/2018 - 17h16min

Críticas a vetos e solidariedade marcam sessão desta terça-feira (27)

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Deputada Ana Paula Lima recebeu apoio de mulheres e colegas
FOTO: Solon Soares/Agência AL

O deputado Dirceu Dresch (PT) destacou três vetos do Executivo a projetos aprovados pelo Legislativo e que terão “atenção especial” do Partido dos Trabalhadores. O primeiro, segundo ele, é o veto à anistia das faltas dos trabalhadores da educação. “Recuperaram as aulas e o estado não quer reconhecer”, lamentou o parlamentar.

O segundo veta a introdução de alimentos sem agrotóxicos e venenos nas merendas das escolas; e o terceiro diz respeito ao plano de cargos e salários da Defensoria Pública.

O deputado Jean Kuhlmann ocupou a tribuna para pedir o apoio dos colegas para dois projetos de lei de sua autoria. Um deles autoriza o Serviço Móvel de Urgência (Samu) a transportar pacientes que têm plano de saúde para hospitais conveniados, e não apenas em hospitais públicos, como ocorre atualmente.

“Quando o paciente tem plano de saúde e entender que pode ser atendido no hospital do plano, que o Samu possa deixa-lo lá”, defendeu Kuhlmann.

O outro projeto de lei revoga autorização legislativa para que o Deter cobre das prefeituras pelo transporte de pacientes e alunos, inclusive das Apaes, cujo deslocamento seja intermunicipal.
“Cometemos um erro, agora temos que corrigir, desonerando as prefeituras dessa taxa”, concordou Darci de Matos.

Refis para as micros e pequenas
Darci de Matos defendeu a derrubada do veto aposto pelo presidente Michel Temer à lei que criou o refis para as micros e pequenas empresas.

“Têm refis para banqueiros e multinacionais, mas o governo vergonhosamente vetou o refis para as micros e pequenas empresas, uma atitude inadmissível porque são responsáveis por 60% dos empregos formais e 30% do PIB”, justificou Darci.

Solidariedade à deputada Ana Paula
Membros das bancadas do PT, PR e PSD, além de dezenas de mulheres que lotaram o anel superior do Plenário Osni Régis, prestaram solidariedade à deputada Ana Paula Lima (PT) na sessão desta terça-feira (27) da Assembleia Legislativa, por comentário feito pelo deputado Roberto Salum (PRB).

“Estamos nos aproximando do 8 de março e há temas mais atuais do que nunca: a luta das mulheres, a resistência, o vencimento de preconceitos, é uma luta contínua”, avaliou Luciane Carminatti (PT), acrescentando  que “cada homem que se levanta contra uma mulher, encoraja-a a lutar por sua liberdade”.

“Como líder da bancada quero dizer quer nos orgulhamos das grandes mulheres que lutam pelo Brasil, que lutam pela justiça, elas estão aqui porque representam mulheres e homens deste estado”, declarou Dirceu Dresch (PT).

Ana Paula Lima (PT) agradeceu as manifestações de apoio e cobrou dos homens mudança de atitude: “Todo carinho e apoio recebido nos últimos dias dão a certeza de que estou no lugar certo, somos seres políticos e fazemos política o dia inteiro. Muitos homens ainda não aceitam o papel protagonista das mulheres: nos matam, nos mutilam, mas não nos calam, queremos uma sociedade justa entre homens e mulheres, nem mais, nem menos. Queremos respeito, não me venham com flores, mas com mudanças nas atitudes”, reivindicou a parlamentar.

Roberto Salum (PRB) se defendeu na tribuna e acusou a deputada Ana Paula e o marido, deputado federal Décio Lima (PT/SC), pela não duplicação da BR-470.

“As vaias são para desviar a atenção da BR-470, foram eleitos em cima da 470 e morreu um monte de gente, ainda estão esperando a resposta do Lula e da Dilma, esse é o grande partido da revolução, mas quanto mais gritam, mais me dão energia”, afirmou Salum, que garantiu que não estar “preocupado com as vaias”.

Jaques Wagner
Dirceu Dresch protestou contra ordem de busca e apreensão em imóveis do ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, do PT, acusado de desviar recursos na construção do estádio da Fonte Nova para a Copa do Mundo de 2014.

“Ontem e hoje pela manhã mais uma perseguição do judiciário a uma liderança exemplar do país, o Jacques Wagner. É um Judiciário com resquícios da ditadura, que condenava as pessoas sem provas, em vez do estado provar, a liderança tem de provar que é inocente, como é o caso do famigerado tríplex que o juiz Moro insiste que é do presidente Lula, mas não tem nenhum documento que comprove, o tríplex é da OAS e foi dado em garantia”, reclamou Dresch.

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