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26/06/2009 - 16h14min

Audiência em Criciúma pede o fim do pedágio em Palhoça

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Audiência Pública em Criciúma - Pedágio BR-101 Sul
Suspender a cobrança do pedágio em Palhoça iniciada em 17 de junho. Esse foi o consenso da audiência pública realizada nesta quinta-feira (25), na sede da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), em Criciúma, que teve a presença dos deputados do Sul do estado, liderados pelo presidente do Parlamento, deputado Jorginho Mello (PSDB). Um ofício solicitando o fim do pagamento do pedágio pelos habitantes do Sul catarinense será entregue ao ministro dos Transportes, Alfredo Pereira do Nascimento. A justificativa do documento é o fato da praça de cobrança ter sido instalada num trecho onde a duplicação da BR-101 não está concluída. O tema faz parte da agenda positiva da Assembleia Legislativa, que reivindica a agilização de várias obras no estado, entre elas a duplicação do trecho Sul da rodovia. O assunto já foi tema de outros encontros na Capital catarinense e, desta vez, lideranças políticas e comunitárias se encontraram na região Sul, a que mais interessa a solução desse problema, assim como os morados de Palhoça, sede da obra. Além do fim imediato da cobrança do pedágio, os participantes da reunião também pedem à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) a aceleração da duplicação da rodovia até Osório, no Rio Grande do Sul. O tema que está mobilizando toda a sociedade foi debatido pelos prefeitos das microrregiões da Amrec, da Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc) e da Associação de Municípios da Região de Laguna (Amurel). Os prefeitos de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), de Palhoça, Ronério Heiderscheidt (PMDB), e o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), Alcântaro Corrêa, também participaram do encontro. Além do presidente da Casa, marcaram presença os deputados Manoel Mota (PMDB), Ângela Albino (PCdoB), Décio Goés e José Paulo Serafim, do PT, Joares Ponticelli e Valmir Comin, do PP. Os participantes lembraram o protesto contra o pedágio realizado no último dia 20, em Palhoça, que reuniu moradores, políticos, caminhoneiros e demais motoristas. O valor de R$ 1,10 para carro e para cada eixo de caminhão não está agradando quem passa pelo local, principalmente pelas péssimas condições de tráfego da rodovia. Manifestações Os parlamentares foram unânimes nos pronunciamentos em relação ao pagamento do pedágio em Palhoça. De acordo com Jorginho Mello, toda a ação do Parlamento será no sentido de mobilizar lideranças políticas catarinenses para um encontro com o ministro dos Transportes para tratar do fim do pedágio, a exemplo da mobilização em prol do Código Ambiental. “Se precisar, vamos à Justiça reivindicar que seja cobrado o pedágio somente quando a rodovia estiver concluída nos seus 3.500 metros”, pontuou o presidente. “Essa cobrança é um contrasenso, um equívoco. Por isso precisamos sensibilizar o governo federal no sentido de suspender o pedágio”, disse Ângela Albino. Para Joares Ponticelli, “a cobrança é criminosa pela localização da praça, que prejudica quem trafega nos dois sentidos da rodovia”. Posição apoiada por Valmir Comin, que classificou o pagamento como “injustificável e inadmissível” pelas más condições de trafegabilidade que a rodovia oferece. “Como podemos aceitar um pedágio sem rodovia duplicada?”, questionou Manoel Mota. José Paulo Serafim acredita na união de todos para a sensibilização do governo no sentido de suspensão da cobrança. “Precisamos unir forças para impedir essa irregularidade”, disse. Por sua vez, Décio Góes espera esclarecimentos sobre o conteúdo dos contratos de concessão numa audiência pública que vai acontecer dia 10 de julho, em Florianópolis. Agressividade e falta de respeito com a população foi a síntese dos pronunciamentos dos prefeitos de Criciúma e Palhoça. (Andreza de Souza/Divulgação Alesc)
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