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25/05/2022 - 17h54min

Padre Pedro adverte sobre malefícios com privatização da Eletrobras

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Deputado Padre Pedro Baldissera
FOTO: Bruno Collaço / AGÊNCIA AL

O deputado Padre Pedro Baldissera (PT) lamentou a aprovação do processo de privatização da Eletrobras pelo Tribunal de Contas da União (TCU), no último dia 18 de maio, por sete votos a um. Esta importante estatal brasileira detém 72% das ações e com o processo de privatização terá 45% das ações, ficando o controle pelo setor privado.”

Padre Pedro ressaltou que o ministro Vital do Rêgo, único que emitiu voto contrário à privatização, apontou erros “dolosos” que farão com que as ações da estatal sejam vendidas a preço de banana, “apesar de a banana, atualmente, estar custando muito ao consumidor”, ironizou.

“Por pressa ou por omissão, a proposta do governo pode colocar a Eletronuclear e outras usinas sob o controle privado, em função de dívidas que elas têm com a Eletrobras e falhas no processo podem causar diferença de até R$ 40 bilhões na estimativa do valor. É muito dinheiro”, advertiu.

Em relação à redução da conta de luz, disse o deputado, cuja promessa é que sendo a empresa privatizada isto vai acontecer, é só uma propaganda para ludibriar as pessoas. “O capital privado tem como foco o acúmulo de dinheiro, as cifras e nunca vai jogar para perder. As taxas de energia vão aumentar, não temos dúvida, e quem vai pagar é o contribuinte na ponta.”

Segundo ele, a privatização vai trazer ônus para os consumidores, pois a Eletrobras vende energia a R$ 65 por mil/quilowatt, enquanto as empresas privadas cobram R$ 250 a cada mil/quilowatt.

“Vamos nos preparando. Com a privatização, automaticamente a conta no bolso do consumidor vai pesar. Exemplo são os preços dos combustíveis, que passaram a atender as regras do mercado e os interesses dos acionistas. Os lucros deles são pagos pelos consumidores nas bombas de gasolina e no gás de cozinha”, destacou.

Para Padre Pedro, enquanto nação, não estamos dando a devida atenção a este processo que coloca em risco a soberania nacional. “Como vamos ser uma nação soberana se nos tiram este alicerce, este patrimônio estratégico?”

Ele ressaltou que a Eletrobras é a maior empresa de geração e transmissão de energia da América Latina, sendo 94% da produção de energia renovável e detém 50% da capacidade de armazenagem dos reservatórios do país, “um controle extremamente importante e que não podemos se desfazer.”

Em SC, disse o deputado, a privatização terá impacto na Eletrosul, que hoje emprega cerca de mil trabalhadores. “Se houver desmonte, a empresa poderá ir para o RJ e deixa de gerar empregos e renda na região Sul.”

 

Juliana WIlke
Assessoria Coletiva | Bancada do PT na Alesc | 48 3221 2824  bancadaptsc@gmail.com
Twitter: @PTnoparlamento | Facebook: PT no Parlamento

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