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02/08/2022 - 17h30min

Sessão tem posse de suplente e alerta para empobrecimento

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FOTO: Rodolfo Espínola/Agência AL

A posse do suplente Jaksom Castelli (União) e o alerta para o empobrecimento dos catarinenses ganharam destaque na sessão de terça- feira (2) da Assembleia Legislativa.

“Um momento marcante para mim”, revelou Jaksom Castelli, de Quilombo, no Oeste do estado, depois de assinar o termo de posse na Casa do Povo. O deputado, emocionado, agradeceu a família, os amigos e os prefeitos de Quilombo e Serra Alta, presentes nas galerias.

“A política é feita de gestos, fui vereador por duas oportunidades e nas duas dei espaço para o suplente, mesmo sendo de outro partido. Ivan Naatz (PL) fez um gesto não só para o Jacksom, mas para Quilombo e para os pequenos municípios”, registrou o parlamentar, que lembrou o quanto “é difícil vencer na vida em um município pequeno”.

Os deputados presentes à sessão deram boas vindas ao novo representante do Oeste.

“Parabéns pelas palavras, sei do teu trabalho, empenho e experiência em defesa dos municípios”, declarou Sopelsa.

“Quero desejar-lhe boas vindas, cumprimentar os familiares e amigos. Em 2018 corríamos por fora, ninguém sabia quem teria a condição de se eleger ou não. Estou feliz de ver o amigo aqui tomando posse”, contou Fabiano da Luz (PT).

“Vejo que Vossa Excelência é um apaixonado pela política e pelo estado, quero cumprimentar os prefeitos que vieram abraçá-lo e dizer que aqui terá muitos parceiros e amigos”, indicou Nazareno Martins (Podemos).

“Essa emoção eu também passei, é especial. O Oeste ganha mais um deputado, agora são 15”, lembrou Nilso Berlanda (PL).

“Seja bem vindo deputado, no que pudermos contribuir, estaremos à disposição”, garantiu Neodi Saretta (PT).

“Essa emoção que você sentiu é o sinônimo da responsabilidade, do compromisso e do orgulho de estar aqui nesta Casa Legislativa, é um sonho que se realiza, pode ser momentâneo, mas em breve chegará em toda sua plenitude”, avaliou Rodrigo Minotto (PDT).

Por outro lado, Fabiano da Luz registrou o empobrecimento da população catarinense.

“O número daqueles que recebem até um salário mínimo cresceu 71%. A renda do catarinense não é aquela maravilha, a maioria recebe um salário e tem de viver com um salário”, lamentou o ex-prefeito de Pinhalzinho.

O parlamentar destacou as dificuldades que os moradores de comunidades e de bairros pobres têm para consumir água de qualidade, uma vez que são obrigados a coletar água em lagoas e fontes.

“As pessoas puxam água no balde para consumir e isso gera problemas de saúde, daí vão para as unidades de saúde. É de se admirar que o estado ainda não tenha programa que vise atender esse tipo de população, que vive em estado precário”, reclamou Fabiano.

Questionamento à Mesa
Sargento Lima (PL) voltou a questionar a Mesa sobre a tramitação de projeto de sua autoria que retira o título de cidadão barriga-verde concedido ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O deputado argumentou que o Regimento Interno é confuso e que nas reuniões de líderes é que são decididos os ritmos de tramitação dos projetos. Lima apelou aos colegas que têm a guarda da proposição para que justifiquem por escrito os motivos pelos quais não deram seguimento à matéria.

“Quero encaminhar a justificativa para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE)”, justificou Lima.

Assuntos pessoais
Bruno Souza (Novo) ocupou a tribuna para rebater ataques que sofreu e que envolve membro da sua família.

“Quando denuncio, denuncio com minha cara e bato acima da linha da cintura, mas infelizmente tenho sido atacado abaixo da linha da cintura, com ataques baixos e envolvendo minha família", discursou Bruno.

Segundo o deputado, tratam-se de acusações infundadas, algumas já arquivadas pela Justiça, e que estão sendo utilizadas pelos adversários para causar danos à imagem do parlamentar.

 

 

Vítor Santos
Agência AL

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