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22/06/2010 - 19h27min

Servidores da saúde lotam Assembleia em busca de solução para greve

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Edileuza Garcia Fortuna - Presidente Sindsaúde
Edileuza Garcia Fortuna, presidente do Sindsaúde, subiu à tribuna da casa na tarde desta terça-feira (22) para pedir o apoio dos deputados presentes para a solução da greve do setor, deflagrada no último dia 16 em reivindicação à incorporação ao salário do abono de 16,76%. Parlamentares das mais diversas legendas políticas tomaram a palavra para denunciar o caos vivido pelo setor. Entre os casos de maior gravidade estão o Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, cujo setor de emergência encontra-se fechado, e o do Hospital Regional de São José, em que atualmente 2.500 pessoas aguardam na fila de espera para cirurgias ortopédicas. Foram citados também o Hospital Joana de Gusmão, que está com 40 de seus leitos desativados por falta de funcionários e o Instituto de Psiquiatria, que possui um funcionário para cada 500 pacientes. Segundo Edileuza, os motivos para que o governo não atenda a solicitação dos grevistas são de ordem política e não técnica. Ela demonstra que se as MPs 174 e 178 apresentadas pelo Executivo, beneficiando o setor, fossem aprovadas, representariam um gasto de R$ 39 milhões e atenderiam a apenas 5% dos servidores. Com a incorporação do abono, o gasto seria de R$ 41 milhões, mas seria beneficiada toda a categoria, algo em torno de 14 mil servidores. Também pareceres da Procuradoria da Assembleia e do Sindsaúde apontariam para a legalidade da proposta. “Há o parecer jurídico e jurisprudência favoráveis à proposta. Também há verbas suficientes, já que a arrecadação vem crescendo ano a ano. Precisamos agora do apoio da base aliada do governo no Legislativo para reabrirmos os canais de negociação”, afirmou. Edileuza informa ainda que a greve alcança atualmente 60% dos servidores e deve aumentar gradativamente até que o Executivo apresente propostas. (Alexandre José Back/Divulgação Alesc)
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