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27/03/2017 - 16h34min

Seminário debate programas voltados às comunidades terapêuticas

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Teresa Barroso, professora e doutora da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, em Portugal
FOTO: Solon Soares/Agência AL

Com a apresentação de duas mesas redondas abordando os temas "Comportamentos aditivos" e "Autosustentabilidade das Comunidades Terapêuticas", o seminário, que marca a nova fase do Programa Reviver, encerrou suas atividades na tarde desta segunda-feira (26). Com profissionais e especialistas no tema, o encontro realizado no Auditório Antonieta de Barros possibilitou novos conhecimentos e troca de experiências entre as ações desenvolvidas no território catarinense e em Portugal, onde práticas do mesmo segmento são desenvolvidas. 
Resultado de uma parceria da Comissão de Prevenção e Combate às Drogas da Alesc e Portugal, o seminário aborda a cooperação internacional sobre as duas federações. À frente da comissão, o deputado Ismael dos Santos (PSD) acompanhou o debate destacando a importância do intercâmbio de experiências. Na ocasião, Ismael destacou a parceria com a Universidade de Comibra, em Portugal, que resultou em grandes avanços para o Programa Reviver. "Essa ação conjunta possibilitou a vinda de grandes profissionais da área da psicologia e da psiquiatria de Portugal para compor o seminário de hoje. Queremos ouvir as experiências dos portugueses no que tange à legislação, uma vez que eles estão duas décadas a nossa frente."
Para a professora e doutora da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Teresa Maria Mendez Diniz de Andrade Barroso, a prevenção deve ser vista desde o período escolar, num programa voltado para crianças com 11 anos. "Buscamos abranger o maior número de jovens ao programa, visando prevenir especialmente nesta idade contingente, onde pode ocorrer os primeiros contatos com o álcool."
Com foco na prevenção voltada para adolescente e jovens, Teresa ministrou a palestra "Prevenção do abuso de álcool". Em sua explanação, a especialista destacou que na adolescência é que se começa o envolvimento com o álcool até mesmo no convívio familiar. "A intenção dos programas é trabalhar o conhecimento útil a cerca do álcool, mas também criar expectativas seguras sobre a substância, muitas vezes vista como inofensiva por ser uma droga lícita. Infelizmente quando eles descobrem o poder do álcool, em alguns casos, já estão dependentes."
O médico psiquiatra da Secretaria da Saúde de Santa Catarina, Alan Índio Serrano,  frisou que o seminário contribui de forma positiva uma vez que traz experiências internacionais que podem ser seguidas. "Essa troca de experiência nos faz pensar que as comunidades terapêuticas brasileiras também precisam de fundamentos científicos e referências mundiais que possam acarretar em mais qualidade a cada programa realizado." Com esse aperfeiçoamento, conforme Serrano, a sociedade pode vir a ser bem mais assistida. "Buscamos capacidade para poder atuar com mais capacidade e bons resultados. Se faz necessário uma variedade de tratamentos para que cada pessoa se adapte ao seu", observou.

Tatiani Magalhães
Agência AL

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