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15/10/2012 - 16h54min

Pilhas e baterias podem ser descartadas na Assembleia Legislativa

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Pilhas e baterias agora podem ser descartadas nas dependências da Assembleia Legislativa. Desde o início deste mês, coletores de cor laranja estão disponíveis, nos andares térreos, em frente aos elevadores, dos três prédios da Alesc para quem quiser contribuir com a preservação ambiental.
A ideia da coleta deste lixo tóxico surgiu a partir da seleção e separação dos lixos produzidos no legislativo catarinense, através do Programa Consciência Limpa – Educação Ambiental na Alesc. Desde junho de 2007, o lixo produzido no Palácio Barriga Verde é reciclado, reutilizado e reduzido.
De acordo com Adriano Cargnin, coordenador do programa, em um primeiro momento foi iniciada a divulgação e a disponibilização dos coletores e agora está em andamento o acordo com uma empresa específica de Florianópolis, para realizar o retrocesso no processo de fabricação. “A empresa a qual estamos contatando é a única certificada, indicada pela Companhia de Melhoramentos da Capital (Comcap), que encaminha o lixo tóxico (pilhas e baterias) para as empresas que as fabricam e assim elas são novamente aproveitadas”.

Programa Consciência Limpa
O Programa Consciência Limpa – Educação Ambiental na Alesc, da Assembléia Legislativa, foi lançado oficialmente no dia 5 de junho de 2007, Dia Mundial do Meio Ambiente. Desde essa data promove o cuidado com a redução dos resíduos produzidos, organizando para reciclagem e reutilização. Além do papel, cuja reciclagem é feita em uma média de 1 tonelada por semana; em um ano foram recicladas 1 tonelada de metal, economizando 5 toneladas de bauxita; 7 toneladas de plásticos, economizando 9 toneladas de petróleo, e 1 tonelada de vidro, economizando 1,5 tonelada de matéria-prima.
Conforme o coordenador do programa, a estratégia de implantação focou o comprometimento da direção da Casa, de coordenadores, gerentes e chefes de gabinete que orientam e promovem avaliações frequentes nos vários setores da Assembleia Legislativa. Os recursos oriundos da venda dos materiais descartados contemplam, exclusivamente, ações sociais. (Michelle Dias)

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