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17/04/2019 - 20h06min

Livro de romance policial O Beijo de Perséfone é lançado na Alesc

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Zanfra, que possui larga experiência em coberturas policias, lançou seu terceiro livro na Alesc.
FOTO: Rodolfo Espínola/Agência AL

O escritor e jornalista Marco Antonio Zanfra, que dedicou 15 anos de sua carreira profissional à editoria de polícia, lançou na noite desta quarta-feira (17), no espaço cultural Jerônimo Coelho, na Assembleia Legislativa, o seu terceiro romance policial. A obra O Beijo de Perséfone encerra o que ele mesmo chama de “trilogia marlowe”, trazendo o personagem criado no livro As Covas Gêmeas pela última vez à cena. Zanfra avalia que Marlowe cumpriu com sua quota de heroísmo e chegou a hora de “mandar o personagem para os arquivos da literatura”.

O autor explica que o personagem Marlowe, um policial afastado das funções enquanto respondia a uma sindicância por ter provocado, supostamente bêbado, um acidente de trânsito que confinou seu parceiro de trabalho a uma cadeira de rodas, cumpre sua derradeira missão neste terceiro livro, desta vez como investigador particular, já que se exonerou da polícia no livro anterior, a Rosa no Aquário. O título da obra, O Beijo de Perséfone, tem relação com a lenda da deusa do submundo na mitologia grega e contêm os mistérios tradicionais dos romances policiais, além de detalhes técnicos que o autor aprendeu durante sua carreira.

Ainda que fora da corporação policial, Marlowe não consegue ficar longe da atividade à qual dedicou sua vida, mesmo porque depende disso para viver. Problemático, cínico, alcoolista, ele é, todavia, argumenta Zanfra, extremamente humano e justo. Pai de uma criança especial não completamente assimilada por ele, Marlowe carrega a culpa por não dar à filha o amor que ela merece e por ser responsável pela condenação de um parceiro à imobilidade.

Com 42 anos de exercício profissional, recentemente completados, o jornalista Marco Antonio Zanfra passou 25 anos dentro de redações de jornais e revistas, como repórter, redator e editor. Destes, pelo menos 15 anos dedicados à editoria de polícia. Em 2001, ele criou o Manual do Repórter de Polícia, que, embora não tenha sido lançado na forma de livro impresso, é um compêndio temático on-line até hoje utilizado por profissionais da área. O manual não ensina a fazer jornalismo policial, mas fornece informações técnicas da lei penal, da medicina legal, de armas e munições e da justiça criminal.

A partir de 2002, Zanfra passou para o “outro lado do balcão” e começou a trabalhar em assessoria. Trabalhou na Assembleia Legislativa como assessor de imprensa, depois como assessor do Detran, cargo que ocupou por oito anos. Durante três anos e meio, pouco antes de aposentar-se, foi diretor de Apoio e Mídias da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Florianópolis. Nascido em São Paulo, Zanfra mora há mais de 20 anos em Florianópolis.

A obra com 244 páginas pode ser adquirida no site da Editora Unisul (https://www.editora.unisul.br) e a partir do mês de maio nas Livrarias Catarinense pelo preço inicial de R$ 40,00. A trilogia é completada com os livros As covas gêmeas (Editora Brasiliense, 2010) e A rosa no aquário (também da Editora Unisul).

Ney Bueno
Agência AL

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