Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina Agência AL

Facebook Flickr Twitter Youtube Instagram

Pesquisar

+ Filtros de busca

 
Ao vivo

Serviço temporariamente em manutenção.
Acompanhe a programação da TVAL pelo Youtube.


Cadastro

Mantenha-se informado. Faça aqui o seu cadastro.

Whatsapp

Cadastre-se para receber notícias da Assembleia Legislativa no seu celular.

Aumentar Fonte / Diminuir Fonte
30/09/2021 - 11h37min

Unale vai debater uso da tecnologia nas Assembleias na fase pós-pandemia

Imprimir Enviar
Presidente da Unale, deputada Ivana Bastos, visita o Parlamento catarinense
FOTO: Rodolfo Espínola/Agência AL

A presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), deputada estadual Ivana Bastos (PSD-BA), trouxe ao Parlamento catarinense o convite para a 24ª edição da conferência da entidade que une os 1.059 legisladores estaduais do Brasil. O tema do evento, que será realizado entre os dias 24 a 26 de novembro, em Campo Grande (MS), vai debater a forma de atuação das Assembleias Legislativas no período pós-pandemia.

“Estamos redesenhando o Parlamento e vamos debater as novas tecnologias, o uso do sistema híbrido [de atuação dos deputados]. E nada como você trocar experiências, agregar as casas legislativas, para que a gente possa fazer um Parlamento mais sólido após a pandemia”, comentou. De acordo com a presidente, a intenção é promover um intercâmbio das experiências que cada casa legislativa do país vivenciou e continua colocando em prática deste o início na pandemia. Ela avalia que é importante discutir, por exemplo, se o trabalho híbrido deve ou não continuar, quais ferramentas são as mais adequadas.

Para o deputado Rodrigo Minotto (PDT), que é secretário da Região Sul na Unale, o evento é fundamental para a integração de todos os parlamentares estaduais do país. Segundo ele, é uma oportunidade para que se possam ser discutidas políticas públicas de Estado e de Assembleia.

O deputado Kennedy Nunes (PTB) vê o tema escolhido para este ano com grande relevância. “Vamos falar da resiliência que o Parlamento precisa ter com relação à nova forma de atuar. A pandemia nos deu um avanço de pelo menos uma década sobre o uso de tecnologias e nós temos que nos adaptar”, argumentou.  

Ex-presidente e atual conselheiro da entidade, Kennedy imagina que as reuniões híbridas não serão abolidas. “Tivemos aqui na Alesc audiências públicas com três mil espectadores, algo que nunca teríamos de modo presencial”, citou. Na opinião dele, os resultados do avanço da tecnologia, como a popularização da telemedicina durante a pandemia, podem ser fortalecidos e ampliados com o apoio dos legislativos estaduais.

Alessandro Bonassoli
Agência AL

Voltar