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11/02/2026 - 16h27min

Viaduto inacabado em São Francisco do Sul será demolido: tema repercute na tribuna

Alesc repercute demolição de estrutura na SC-415; sessão aborda crise na cebola, críticas à investigação do Caso Orelha e volta às aulas em Camboriú.
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Deputado Sargento Lima
FOTO: Bruno Collaço / AGÊNCIA AL

Viaduto inacabado deve ser demolido
O viaduto inacabado na SC-415, em São Francisco do Sul, conhecido como “maior mesa de sinuca do mundo”, deverá ser demolido. A informação foi destacada pelo deputado Sargento Lima (PL) durante a sessão ordinária desta quarta-feira (11), na Assembleia Legislativa.

A estrutura começou a ser construída em 2011 como parte do contorno ferroviário do município, mas as obras foram interrompidas após a identificação de solos moles no traçado. Desde então, o viaduto permanece inacabado. Em julho de 2025, o local foi interditado após um caminhão colidir contra a estrutura.

“Estivemos em Brasília e conseguimos a autorização para a demolição da mesa de sinuca, que pode cair por cima da cabeça de alguém a qualquer momento”, afirmou o parlamentar.

Lima também informou que o município deverá receber o alargamento do quilômetro zero da BR-280, que dá acesso ao porto. Segundo ele, o projeto ficará pronto nos próximos 30 dias e a obra será executada com recursos do porto.

Crise da cebola
O baixo preço da cebola e a crise vivenciada pelos produtores de Santa Catarina também foi pautado na tarde desta quarta-feira. O deputado José Milton Scheffer (PP) enfatizou o momento enfrentado no estado.

“Os produtores catarinenses vivem um momento muito difícil, que exige atenção imediata. Ações como a proibição da importação de produtos quando situações como essa aconteçam, além da criação de programas de subsídios e prazo maior para o pagamento dos financiamentos”, pontuou.

Caso Orelha
Durante a sessão, o deputado Ivan Naatz (PL) abordou o assunto do “Caso Orelha”. O parlamentar criticou a Polícia Civil quanto à forma de divulgação das informações.

“Vemos muitas pessoas usando o caso para conquistar curtidas nas redes sociais. E a Polícia Civil de SC errou, buscaram o imediatismo. O caso do cão Orelha é a evidência de que, antes da apuração dos fatos, já havia declarações nas redes sociais.”

O deputado disse que continuará cobrando a responsabilização dos envolvidos. “Não vamos descansar enquanto não provarmos quem matou o cão, não apenas pelo animal, mas para mostrar que neste estado a lei é cumprida.”

Volta às aulas em Camboriú
A volta às aulas na rede municipal de Camboriú também foi tema da sessão. O deputado Carlos Humberto (PL) comentou a mudança da data de início do ano letivo, inicialmente prevista para o dia 9 de fevereiro e adiada para o dia 19.

Segundo ele, a decisão ocorreu devido à falta de profissionais suficientes para o retorno das atividades. “Estava tudo pronto para receber os alunos, mas o quadro de profissionais não foi completado. Vemos, porém, o esforço da administração municipal para resolver a situação o mais breve possível.”


Perguntas Frequentes

1) Por que o viaduto da SC-415 em São Francisco do Sul será demolido?

A estrutura, inacabada desde 2011 devido a problemas no solo, oferece riscos à segurança e foi interditada em 2025 após a colisão de um caminhão.

2) Quais obras estão previstas para a BR-280 em São Francisco do Sul?

Está previsto o alargamento do quilômetro zero, que dá acesso ao porto. O projeto deve ser concluído em 30 dias com financiamento do próprio porto.

3) Quais medidas foram propostas para ajudar os produtores de cebola em SC?

O deputado José Milton Scheffer defendeu a proibição de importações durante crises, a criação de subsídios e o aumento de prazos para pagamento de financiamentos.

4) Qual foi a crítica feita à Polícia Civil no "Caso Orelha"?

O deputado Ivan Naatz criticou o imediatismo na divulgação de informações e o uso do caso para autopromoção em redes sociais antes da apuração completa dos fatos.

5) Por que o ano letivo em Camboriú foi adiado?

O início das aulas foi transferido de 9 para 19 de fevereiro devido ao quadro incompleto de profissionais na rede municipal de ensino.


Simone Sartori
Agência AL

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