Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina Agência AL

Facebook Flickr Twitter Youtube Instagram

Pesquisar

+ Filtros de busca

 

Manual de Comunicação Institucional

Cadastro

Mantenha-se informado. Faça aqui o seu cadastro.

Whatsapp

Cadastre-se para receber notícias da Assembleia Legislativa no seu celular.

Aumentar Fonte / Diminuir Fonte
12/11/2025 - 16h34min

Parlamentares criticam aluno em festa na escola com réplica de arma na mão

Deputados catarinenses condenam uso de simulacro em escola e cobram providências da Secretaria de Estado da Educação.
Imprimir Enviar

FOTO: Lucas Gabriel Diniz/Agência AL

Debate sobre o vídeo exibido em plenário

Imagens de um aluno sendo carregado por um colega com uma arma nas mãos foram exibidas durante a sessão plenária, a pedido do deputado Sérgio Guimarães (União). O parlamentar contou que a pistola possivelmente era uma réplica, um brinquedo, mas considera inaceitável que a exibição possa ter ocorrido no interior de um estabelecimento escolar.

O vídeo seria o registro de uma festa de Halloween na Escola de Educação Básica Professora Julia Miranda de Souza, em Navegantes. Indignado, Guimarães buscou explicações para o fato no ambiente da Secretaria de Estado da Educação e no governo.

Foi atendido somente pelo secretário da Casa Civil, Kennedy Nunes. E soube que a Coordenadoria Regional de Educação (CRE) de Itajaí levou o episódio à pauta de reunião. “Escola é lugar de ensino, aprendizado e cultura”, disse o parlamentar. “Cenas como essas são inadmissíveis, mesmo que seja um simulacro de arma.”

Reações dos parlamentares

O colega Jair Miotto (União) reforçou a manifestação, lembrando que é autor de projeto que proíbe músicas com letras que façam apologia a drogas, e de outro, recente, que impede danças de conotações eróticas em ambientes escolares. “Isso precisa ter punição”, avançou o deputado.

O presidente em exercício da sessão, Marcos da Rosa (União), também fez coro aos colegas de bancada. Ele é autor de projeto de lei que proíbe festas de Halloween nas escolas. Disse que nessas ocasiões são frequentes alunos com imitações de armas brancas, e que essas manifestações não contribuem com o ambiente escolar. “Hoje, cada vez mais se escutam relatos sobre casos de mutilações, jovens com depressão, síndromes de pânico”, disse.

Guimarães encerrou o debate afirmando que espera “providências, o mais rápido possível”.

Discussão sobre a reforma do Código Civil

Já o deputado Lunelli (MDB) foi à tribuna para valorizar a moção que apresentou e será encaminhada às duas casas legislativas do Congresso Nacional, contra a tramitação da proposta de reforma do Código Civil apresentada pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD/MG).

O parlamentar entende que a matéria precisa ser amplamente discutida em audiências públicas. “O projeto está avançando sem debate, sem audiências, sem ouvir a família brasileira, que será a mais afetada”, avalia Lunelli.

Ele entende que uma eventual proposta de modernização do Código não pode resultar na “desconstrução de valores”. E citou como exemplo a possibilidade de separação de um casal com um “divórcio unilateral, sem qualquer mediação”.

Ainda segundo o parlamentar, 70% dos brasileiros acreditam que a família é a base da sociedade. “Essa maioria silenciosa, que trabalha e paga impostos, que sustenta o Brasil, precisa ser ouvida”. Lunelli encerrou dizendo que defende como pilares da sociedade “a família, a moral, a fé e a liberdade.”


Perguntas Frequentes

1) Onde o vídeo foi registrado?
Em uma festa de Halloween na Escola de Educação Básica Professora Julia Miranda de Souza, em Navegantes.

2) A arma era real?
Segundo relato do deputado Sérgio Guimarães, tratava-se possivelmente de uma réplica ou brinquedo.

3) O que os parlamentares pedem?
Providências da Secretaria de Educação, além de medidas que proíbam manifestações inadequadas em ambientes escolares.

4) Qual outro tema foi debatido na sessão?
A reforma do Código Civil, com críticas à tramitação sem audiências públicas.

5) Quem apresentou moção sobre o Código Civil?
O deputado Lunelli (MDB), que defende amplo debate público sobre o tema.


Pedro Schmitt
Agência AL

Voltar