Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina Agência AL

Facebook Flickr Twitter Youtube Instagram

Pesquisar

+ Filtros de busca

 

Manual de Comunicação Institucional

Cadastro

Mantenha-se informado. Faça aqui o seu cadastro.

Whatsapp

Cadastre-se para receber notícias da Assembleia Legislativa no seu celular.

Aumentar Fonte / Diminuir Fonte
24/11/2025 - 15h15min

Alesc sedia 1º Seminário de Regionalização da Saúde com foco para ações em 2026

Alesc sedia Seminário Regional de Saúde para fortalecer gestão e redes, focando ações para macrorregiões e priorizando Rede Materno-Infantil (SC).
Imprimir Enviar

FOTO: Bruno Collaço / AGÊNCIA AL

Realização e Foco do Seminário

A Alesc sediou nesta segunda-feira (24) o 1º Seminário de Regionalização da Saúde Catarinense, um encontro dedicado a debater caminhos para fortalecer a gestão e aprimorar o cuidado oferecido à população. Com o tema “Governança que fortalece redes e transforma o cuidado”, o evento reuniu especialistas, gestores públicos, profissionais da saúde, representantes de entidades para discutir os avanços já alcançados e os desafios que ainda persistem na regionalização do sistema de saúde no Estado. O evento foi realizado pela Secretaria de Estado da Saúde com apoio da Comissão de Saúde da Casa.

“Estamos trabalhando desde 2023 para chegar na ponta onde a vida acontece, por isso precisamos discutir de maneira regional. Em Santa Catarina temos oito macrorregiões e 17 regiões de saúde, essas regiões têm que dialogar com a organização da Fecam, por exemplo, com a Alesc e todos os poderes para ter sentido lá na ponta. A ideia é que a gente possa avançar nessa construção em parceria com os municípios e com o próprio Ministério da Saúde”,comentou o secretário de Estado da Saúde, Diogo Demarchi Silva.

Ao longo do seminário, foram apresentadas análises sobre o modelo atual de organização em regiões, destacando a importância de ampliar a eficiência da gestão, melhorar a comunicação entre municípios e consolidar redes de atenção mais integradas.

“Esse seminário mostra tudo que nós já fizemos, percorremos todas as regiões as quais são as linhas prioritárias de ação e criamos um cronograma dos próximos passos até para que a gente possa corrigir alguns rumos caso seja necessário”, destacou Demarchi.

Avanço do Planejamento Regional Integrado (PRI)

O documento apresentado pelo secretário durante o evento detalha o avanço do Planejamento Regional Integrado (PRI), bem como o processo que envolve análise de dados, definição de prioridades e construção dos Planos Regionais de Saúde. O documento foi elaborado com participação das 17 Gerências Regionais, COSEMS, Ministério da Saúde e equipes municipais. Ao todo, mais de 750 profissionais participaram das oficinas em todas as macrorregiões. Para 2025, o foco será a Rede Materno-Infantil, considerada prioridade diante do aumento da mortalidade materna e infantil.

“Entre os desafios estão a necessidade de uma governança mais articulada e instrumentos de planejamento que orientem as decisões no território. O Estado propõe criar comitês regionais, reorganizar fluxos e padronizar calendários de planejamento para garantir continuidade e fortalecer o cuidado regionalizado”, citou o secretário de Estado.

Resultados e Governança Integrada

A troca de experiências e a construção de soluções conjuntas, fortalecendo o papel das macrorregiões de saúde, destacando a importância de uma governança integrada e eficiente para qualificar o cuidado e ampliar o acesso da população aos serviços também foram pontos debatidos durante o evento.

Para o secretário executivo do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina (COSEMS –SC), Clemilson Augusto de Souza, o debate é importante para entender as demandas e construir ações que atendam de forma efetiva os catarinenses. “Hoje debatemos os resultados dessas primeiras etapas de elaboração de construção do planejamento regional integrado, que é a forma com que Estado, municípios e União observam a demanda de saúde, entendem a oferta de serviço e identifica onde estão os vazios assistenciais e tentam melhorar a distribuição do acesso de serviço. O Cosems acompanha de perto esse processo e entende que esse momento é muito importante, principalmente a identificação desses vazios assistenciais, para auxiliar muito na organização de distribuição de serviços. Não basta apenas verificarmos a necessidade, mas precisamos projetar, planejar e implantar novos serviços, ampliando os existentes para que a gente consiga ir para um caminho onde a oferta o serviços e atenda a demanda.”

Os participantes também enfatizaram que a regionalização é um instrumento estratégico para aproximar o atendimento da realidade local, garantindo respostas mais rápidas, acolhedoras e alinhadas às necessidades de cada comunidade. Nesse sentido, uma governança forte baseada em transparência, planejamento, cooperação e participação social são essenciais para transformar o cuidado e dar maior efetividade às políticas públicas.


Perguntas Frequentes

1) Quem realizou o evento e qual foi o tema central?
O evento foi realizado pela Secretaria de Estado da Saúde com apoio da Comissão de Saúde da Casa, com o tema “Governança que fortalece redes e transforma o cuidado”.

2) Qual é a prioridade para o Planejamento Regional Integrado (PRI) em 2025?
A prioridade para 2025 será a Rede Materno-Infantil, considerada prioridade diante do aumento da mortalidade materna e infantil.

3) O que é o Planejamento Regional Integrado (PRI)?
É o processo que envolve análise de dados, definição de prioridades e construção dos Planos Regionais de Saúde, elaborado com participação das 17 Gerências Regionais, COSEMS, Ministério da Saúde e equipes municipais.

Simone Sartori
Agência AL

Voltar