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01/12/2025 - 14h29min

Audiências em Ituporanga e São Bento do Sul reforçam apoio à implantação de escolas cívico-militares

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Nos dias 27 e 28 de novembro, o debate sobre a expansão das escolas cívico-militares em Santa Catarina ganhou força com duas audiências públicas que reuniram autoridades, representantes da educação, forças de segurança e moradores locais. O deputado Marcos da Rosa (União), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Implantação das Escolas Cívico-Militares, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, participou de ambos os encontros e destacou que o modelo tem apresentado resultados expressivos no estado.

Ituporanga: comunidade participa ativamente do debate
Em Ituporanga, a audiência pública foi organizada pela Prefeitura e lotou o auditório municipal. Pais, professores, estudantes e lideranças comunitárias apresentaram suas expectativas e dúvidas sobre a implantação da primeira unidade cívico-militar no município.

“O que a gente quer é uma escola melhor para nossos filhos, que ofereça segurança, disciplina e condições para um futuro digno”, afirmou um morador da cidade.

Representantes das forças de segurança também reforçaram a importância do modelo. Para as autoridades presentes no encontro, a escola cívico-militar não é sobre militarizar a educação, mas sobre aproximar a comunidade e fortalecer valores que fazem diferença na vida dos jovens.

O deputado Marcos da Rosa agradeceu a participação da população e destacou o compromisso do município em conduzir o debate com transparência. “A comunidade está dizendo que quer uma escola que forme cidadãos, que ensine respeito, responsabilidade e incentivo ao estudo. E é isso que temos visto nas unidades já em funcionamento em Santa Catarina.”

São Bento do Sul: Alesc promove discussão e reforça apoio ao projeto
No dia seguinte, São Bento do Sul sediou audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa, por proposição do próprio deputado Marcos da Rosa. O encontro também reuniu grande público e demonstrou o forte apoio da população à instalação de uma unidade cívico-militar, que tem solicitado este modelo de ensino no município.

Pais e representantes locais reafirmaram a necessidade de alternativas educacionais. “A gente acompanha os resultados em outras cidades e vê que funciona. A evasão diminui e os alunos se sentem mais motivados”, relatou a mãe de uma estudante do ensino fundamental.

Marcos da Rosa lembrou que Santa Catarina já conta com 18 escolas cívico-militares em funcionamento e que outras três serão implantadas no início de 2026, em parceria com o governo do Estado. Ele ressaltou ainda o alinhamento com o governador Jorginho Mello, que tem se empenhado em ampliar esse modelo de ensino pelo estado catarinense.

“Eu e o governador Jorginho Mello acreditamos nesse projeto porque ele tem transformado realidades, especialmente em regiões mais carentes, onde vemos queda na violência, na evasão escolar e um reforço importante na formação de valores”, disse o parlamentar.

Educação com disciplina, valores e resultados
Durante as audiências, o deputado reforçou que o modelo cívico-militar não substitui o papel do professor, mas complementa o trabalho pedagógico com ações voltadas à disciplina, organização e cidadania. Segundo ele, os números e relatos das comunidades onde o sistema já funciona demonstram “avanços nítidos no rendimento escolar, no cuidado com o patrimônio público e no comportamento dos estudantes”.

Ao encerrar sua participação nas duas cidades, Marcos da Rosa reiterou sua confiança no futuro da educação catarinense.
“Eu acredito em uma educação de qualidade, construída sobre valores sólidos, que ofereça oportunidades reais para nossas crianças e jovens. Estamos trabalhando para que mais famílias tenham acesso a esse modelo que já comprovou sua eficácia”, concluiu.

Acompanhe Marcos da Rosa


Marcos da Rosa
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