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20/03/2017 - 15h14min

ONG recém-criada atua no acolhimento e combate ao preconceito com refugiados

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Bárbara Camargo, presidente da OPR, ONG criada em novembro de 2016
FOTO: Fábio Queiroz/Agência AL

Auxiliar os imigrantes que vêm a Santa Catarina em busca de melhores condições de vida e combater o preconceito com os refugiados são os principais objetivos da Organização pelos Refugiados (OPR), criada em novembro do ano passado em Florianópolis. A organização não governamental (ONG) está em contato com universidades e instituições que atuam em prol dos refugiados para ampliar sua atuação.

“Estamos na divulgação em parceria com os refugiados. Queremos que eles nos conheçam, que eles nos vejam como uma organização com a qual eles podem contar”, explica a presidente da OPR, Bárbara Vicentini Camargo. Atualmente, 24 voluntários integram a organização, mas o objetivo é ampliar esse número. “Todo voluntário é bem-vindo. Qualquer um pode contribuir muito com o nosso trabalho”, completa.

Bárbara comenta que a ONG atua principalmente com os refugiados econômicos, ou seja, aqueles imigrantes que vêm em busca de condições melhores de vida, mesmo que o país de origem não esteja em guerra. Para isso, a organização quer conscientizar a comunidade sobre a necessidade de acolher essas pessoas. “Não se pode deixar de ajudá-los só porque a situação econômica do Brasil está ruim”, explica.

A OPR também trabalha no combate ao preconceito que envolve principalmente os imigrantes de países africanos. Para isso, desenvolve projetos como o Conta Mais, que visa dar visibilidade às pessoas refugiadas, contando suas histórias, desde sua realidade em seu país de origem até sua condição atual no Brasil; e o Projeto História Não Contada, que retrata, em parceria com universidades para elaboração de pesquisa acadêmica, a história dos países africanos, visando explicar as condições que levam essas pessoas a emigrarem.

Além do preconceito, os refugiados econômicos enfrentam dificuldades para obter documentos e para ingressar no mercado de trabalho. Além de auxiliá-los nessas questões, a OPR também trabalha no desenvolvimento de outras ações, como o oferecimento de aulas de português. Mais informações podem ser obtidas no perfil da OPR no Facebook.

Marcelo Espinoza
Agência AL

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