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07/02/2019 - 15h16min

Coxilha Rica é retratada em fotografias, em exposição no Parlamento

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FOTO: Eduardo G. de Oliveira/Agência AL

A natureza exuberante da serra catarinense, somada aos costumes, ao dia a dia e à arquitetura local despertaram o olhar do fotógrafo Sérgio Giron para essa região do estado. Dezoito, das centenas de fotos registradas, compõem a exposição Expressionismo Serrano, que pode ser vista até o dia 22 de fevereiro no Hall da Assembleia Legislativa.

Conforme Giron, é difícil dizer o que mais o chamou atenção na região denominada Coxilha Rica. “É um lugar que possui uma aura, então cada um sente da sua própria forma. Eu fui tocado por diversas coisas, como a arquitetura, o ser humano, os animais, a natureza, as árvores, os pinheiros, a geografia. Todos os detalhes que existem lá, o meu olho se sensibilizou, minha alma. Eu acho a Coxilha Rica um lugar diferenciado.”

O jornalista, que trabalha com audiovisual, desbravou a região com alguns amigos. Lá, conheceram fazendas particulares, pontos turísticos e locais frequentados pela população que habita o lugar. “Acordávamos bem cedo, saíamos pra pegar o nascer do sol, depois tomávamos um café e seguíamos. Parávamos em alguns pontos que já estavam pensados. A Coxilha Rica é um campo enorme com estradas de terra. Então, se você não tem alguém que te oriente é muito fácil se perder.”

Sérgio Giron ressalta que a fotografia e a arte estão ligadas à sensibilidade de cada pessoa e, no seu caso, não existe um processo criativo predeterminado. Segundo ele, “pra onde você vire o olho lá, é tudo muito rico. Isso tudo me sensibilizou e eu procurei enquadrar porque na fotografia você tem que eliminar algumas coisas do quadro, então eu mirava nas coisas que me tocavam mais.”

Sobre o fotógrafo
Sérgio Giron é fotógrafo desde menino, mas construiu sua carreira profissional no audiovisual, onde trabalhou em emissoras de TV no sul do Brasil. Após deixar as emissoras, montou sua produtora atuando nas áreas da publicidade, ensino a distância e na realização de documentários etnográficos e históricos. É formado em Jornalismo, com Especialização em Linguagem Cinematográfica e em Metodologia de EaD, além de mestre em Ciências da Linguagem.

Alguns trabalhos audiovisuais
Documentário: Nem que a coisa engrossa. Material exibido no FAM e na 13ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico (RJ).

Documentário: Fortalezas: Poder e Solidão. Exibido no I Festival Latino Americano de Vídeo de Florianópolis (1990) e no 8º Festival de Vídeo Internacional Fotoptica (SP).

Michelle Dias
Agência AL

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