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05/06/2013 - 17h49min

Representantes de AMAS apresentam pedidos à Secretaria de Saúde

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Foto: Mirian Zomer

A Secretaria de Estado da Saúde vai discutir a viabilidade de atender aos pedidos da Associação Catarinense de Autismo e pela representação das Associações de Amigos dos Autistas (Amas), apresentados na manhã desta quarta-feira, durante audiência com o secretário Dalmo Claro de Oliveira. O deputado José Nei Ascari, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Assembleia Legislativa, acompanhou o encontro na sede da Secretaria de Saúde, em Florianópolis, e manifestou apoio aos pleitos apresentados. “As demandas apresentadas pelas entidades são aquelas fundamentais para garantir o atendimento dos autistas com dignidade e para que as famílias possam contar com o apoio mais efetivo do poder público”, comentou Ascari. A entidade que reúne todas as Amas de Santa Catarina estava representada na audiência pela presidente Marlete Grando.
Ao secretário da saúde foi apresentada uma pauta com onze itens que, segundo as entidades, atende as principais necessidades das entidades que atendem os autistas no Estado. Além de medidas diretas para o atendimento dos autistas, as entidades também solicitaram ao secretário a elaboração de uma campanha de conscientização sobre o autismo, por meio da distribuição de material informativo e a realização do levantamento de dados estatísticos das pessoas com espectro autista em Santa Catarina. As entidades também solicitaram a capacitação de equipes multidisciplinares do Programa Saúde na Escola para o atendimento aos autistas e ainda incentivar a adesão de mais municípios ao mesmo programa.
Outra solicitação apresentada durante o encontro foi no sentido de tornar público o teor da Portaria nº1.032/2010, que trata do tratamento odontológico de emergência para a pessoa com deficiência, como também o atendimento prioritário da pessoa com espectro autista no atendimento de psiquiatria, neurologia e pediatria. Em relação à medicação utilizada, os representantes das Amas pediram maior agilidade do acesso à medicação após a confirmação do diagnóstico, bem como a disponibilização de equipe multidisciplinar para apoio e acompanhamento. Também constava na relação dos pedidos, o cumprimento da Lei Federal 7853/89, que prevê o direito às pessoas com deficiência de ter acompanhante em hospitais e traslados.

 

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José Nei Ascari
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