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17/09/2019 - 10h21min

Reitor estimula rebelião em universidades

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FOTO: Bruno Collaço / AGÊNCIA AL

Em Sessão Ordinária do dia 12/09/2019, a deputada estadual Ana Campagnolo (PSL) destacou um ponto óbvio que precisa ser compreendido pela esquerda universitária: “greves estudantis” sempre serão inócuas quanto instrumento de pressão sobre qualquer governo, já que a “classe” não tem relevância direta na cadeia produtiva. Se a bolha acadêmica paralisa suas atividades, a economia e o cotidiano dos cidadãos que não estão inseridos nela prosseguem funcionando normalmente. Os únicos prejudicados com esse tipo de ato são os alunos que desejam estudar e os professores interessados em ensinar. Greves estudantis servem apenas como palanque político para a esquerda e nada mais.

Por não ter essa compreensão básica ou por estar mancomunado com a “resistência” antidemocrática, o próprio reitor da UFSC esteve presente em uma “assembleia estudantil” articulada pela militância esquerdista, abalizando a rebelião e institucionalizando a baderna promovida pelos que ainda não digeriram o explícito recado expresso nas urnas pela população: Bolsonaro é o nosso presidente e cabe a ele fazer, amparado nas leis deste país, as mudanças necessárias para conduzir o Brasil ao rumo que queremos.

Como se o vexame da submissão aos caprichos dessa minoria barulhenta não fosse suficiente, o dirigente da instituição tomou a palavra para atacar o recém-empossado reitor da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Marcelo Recktenvald, apoiar as invasões no campus de Chapecó e mostrar seu inconformismo com as medidas adotadas por um governo eleito por 57 milhões de brasileiros, que inclusive obteve 76% dos votos em Santa Catarina, estado onde a universidade que comanda está instalada. Simplesmente constrangedor.

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