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08/03/2017 - 12h37min

Importação de cebolas na pauta da Comissão de Agricultura desta quarta

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Deputado Natalino Lázare
FOTO: Solon Soares/Agência AL

“Vamos pressionar as autoridades, cobrar firmemente, a instituição de uma política que traga equilíbrio e segurança aos nossos produtores”

Está marcada para a esta quarta-feira, 8, a primeira reunião da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa de 2017. No encontro realizado ainda em fevereiro, para a instalação do colegiado, o presidente reeleito, deputado Natalino Lázare (PR), apresentou extensa pauta de assuntos que preocupam o setor agrícola catarinense.

Na primeira reunião deliberativa, contudo, os debates devem ser dominados pela preocupante situação dos produtores de cebola em Santa Catarina, especialmente no Alto Vale do Itajaí. Foram convidadas para participar da reunião da comissão autoridades representando o Ministério da Agricultura, a Secretaria de Estado da Agricultura, a Faesc, a Fetaesc e associações de produtores.

Segundo dados da Federação da Agricultura de SC, o agricultor local está recebendo R$ 0,50 pelo quilo do produto. O custo de produção chegou a R$ 0,70. Já os consumidores pagam até R$ 2,00 o quilo da cebola.

O preço do legume caiu assustadoramente em função da importação livre de cebolas da Holanda, país que registrou supressafra do produto.

“O comércio internacional sem controle, sem critérios normalmente é prejudicial a quem produz dentro do país que importa dessa maneira. Precisamos impor barreiras comerciais à importação de cebola a exemplo do que já fizemos em relação ao alho catarinense,” explica o deputado Natalino Lázare, salientando que são mais de 13 mil pequenos agricultores que, este ano, produziram 580 mil toneladas de cebola.

Preço do milho
Outra questão premente  e que estará na pauta das primeiras reuniões da Comissão de Agricultura da Assembleia é o preço do milho, insumo essencial para toda a cadeia produtiva do Estado  “O preço do milho é motivo de vigiliância constante. Este é o momento do governo federal, através da Conab, fazer estoques reguladores pensando no segundo semestre e final deste ano, para que não haja desabastecimento e variações bruscas de preço,” projeta Natalino, lembrando que em 2016 a possibilidade de desabastecimento ameaçou o agronegócio catarinense. “O problema só foi solucionado após muita pressão e união de autoridades, empresas, entidades e produtores rurais, tendo a Comissão de Agricultura como indutora dessa mobilização,” finaliza o presidente da comissão.

 

Fabian Lemos
Jornalista profissional – DRT-SC 01187 JP
48 9830-9943

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