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02/05/2018 - 17h24min

Dresch diz que atos do 1º de Maio pediram justiça, democracia e Lula Livre

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Deputado Dirceu Dresch
FOTO: Solon Soares/Agência AL

O deputado Dirceu Dresch (PT/) destacou hoje (02), na Tribuna da Alesc, que o Dia 1º de Maio foi marcante na história do Brasil e do mundo para os trabalhadores, especialmente em Curitiba, onde, pela primeira vez depois da redemocratização do país, as sete centrais se unificaram e promoveram um grande ato em Curitiba, com mais de 50 mil pessoas, pedindo justiça, democracia e contra os ataques aos direitos dos trabalhadores conquistados a sangue e suor. “Além disso, outro grande tema das mobilizações foi pela liberdade do ex-presidente Lula. “Uma das maiores lideranças dos trabalhadores preso sem prova nenhuma, fato agravado com a falsificação de documentos por parte do juiz Sérgio Moro”, ressaltou Dresch.

O deputado afirmou que depois do golpe parlamentar, midiático e jurídico de 2016, os trabalhadores não têm o que comemorar. No Brasil há 100 milhões em plena atividade laboral, mas apenas 33 milhões têm carteira assinada, o número mais baixo em seis anos. “Esta é a face mais dura do golpe, o desemprego que humilha um pai de família e a dona de casa.” Segundo ele, em 2016, deputados federais foram à tribuna para derrubar a presidente Dilma sem ter cometido crime nenhum, prometendo rapidamente resolver o problema dos 10 milhões de desempregados. “Hoje chegamos aos 14 milhões e não se fala mais nada”, questionou.

Outro agravante da situação dos trabalhadores é o não cumprimento por parte de Michel Temer do acordo da Reforma Trabalhista, com a expiração da Medida Provisória e a consequente validade de todas as maldades como “as que tratam da nova forma de contratação do trabalhador de forma autônoma, sem nenhum vínculo empregatício, do trabalho e da amamentação das mulheres grávidas em locais insalubres, do trabalho intermitente”, elencou.

O empregador, disse Dresch, pode agora chamar o empregado a hora que quiser e em quantas horas precisar. “Tudo isso está na famosa modernização do trabalho, uma afronta ao trabalhador brasileiro que ataca frontalmente o Estado porque não há mais recolhimento de impostos tanto da previdência, tanto para outras políticas públicas que possam ser construídas.”

Dresch afirmou que não é preciso mais respeitar o prazo de 18 meses de intervalo para o empregador recontratar o empregado, que antes atuava na empresa com um contrato por tempo indeterminado. “Agora pode demitir e contratar novamente com uma nova regra e com salário mais baixo, o que já está acontecendo. É a pejotização do trabalho”, afirmou.

 


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