Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina Agência AL

Facebook Flickr Twitter Youtube Instagram

Pesquisar

+ Filtros de busca

 
Assistir
11:30 Nossa Saúde
11:30 Nossa Saúde
Ao vivo

Revista Digital

Cadastro

Mantenha-se informado. Faça aqui o seu cadastro.

Whatsapp

Cadastre-se para receber notícias da Assembleia Legislativa no seu celular.

Aumentar Fonte / Diminuir Fonte
Publicado em 07/03/2019

Espaço maior na política é conquista das mulheres

Imprimir Enviar
As deputadas que integram a Bancada Feminina da Alesc, durante gravação de programa da TVAL para o Dia da Mulher. FOTO: Fábio Queiroz/Agência AL

As origens do Dia Internacional da Mulher vêm do final do século XIX e início do século XX, mas a comemoração em 8 de março só foi consolidada na década de 1970 pela Organização das Nações Unidas (ONU). Durante todo esse tempo, a data serviu para promover a história das lutas femininas, como o combate por melhores condições de vida e trabalho e pelo direito ao voto.

Atualmente, ela mantém sua validade por outros assuntos tão importantes quanto à questão da violência contra elas, o machismo, o assédio sexual ou a injusta diferença salarial em relação aos homens. Entre tantos temas, a Agência AL decidiu homenageá-las falando sobre uma conquista: o aumento do espaço ocupado por elas na política.

Das 1.059 vagas nas assembleias legislativas do Brasil, 155 foram conquistadas por mulheres em outubro de 2018. Isso representa 14,64% do total. Em Santa Catarina, dois anos antes, as eleições trouxeram 23 prefeitas e 22 vice-prefeitas em um universo de 295 municípios.

Ainda são números baixos. Mas, não se pode negar, anualmente mais mulheres ocupam espaços que, desde a descoberta do Brasil, em 1500, sempre foram dominados por homens. A presidência da República e do Supremo Tribunal Federal (STF), citando apenas duas das posições mais importantes da nação, já estiveram sob gestões femininas.

Em Santa Catarina, estado destaque nos índices de desenvolvimento humano no país, há muito a se evoluir nesse tema. No ranking nacional, estamos apenas na 18ª colocação na participação de mulheres nos legislativos estaduais, com 12,50% do total – elas ocupam cinco das 40 cadeiras. Na Região Sul, o estado está à frente do Paraná (9,26%), mas atrás do Rio Grande do Sul (14,55%). O Amapá, pela segunda eleição consecutiva, é o líder geral, novamente com 33,33%.

Mesmo que os números possam ser interpretados sob óticas diferentes, as catarinenses podem, sim, comemorar. Afinal, pela primeira vez na história, foi eleita uma vice-governadora – Daniela Reinehr (PSL). No Poder Executivo estadual, entre primeiro e segundo escalão, são 563 mulheres, ocupando cargos de diretoria, gerência, assessoria, assistência e coordenações de setores.

Além disso, o estado manteve duas deputadas federais – Carmen Zanoto (PPS) e Geovânia de Sá (PSDB) – e a bancada na Alesc aumentou de quatro para cinco vagas se compararmos com o pleito anterior, a maior de toda a história do Parlamento estadual. Esse crescimento faz desta legislatura a segunda na qual o estado conta com cinco deputadas estaduais.

Voltar